Rota dos moveis cristais e louças e um blog que vai trazer datas de feiras de moveis louças .E tanbem locais para curtir com a familha
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
Canoinhas foi fundada em 1888 como Santa Cruz de Canoinhas. Tornou-se distrito em 6 de dezembro de 1902 e, separada de Curitibanos em 12 de setembro de 1911, foi o centro da Guerra do Contestado entre 1912 e 1916. Por volta de 1930, um ramal ferroviário, implantado para uni-la ao distrito de Marcílio Dias, integrou a cidade à estrada de ferro São Paulo-Rio Grande do Sul e ao porto de São Francisco do Sul, provocando uma grande revolução na economia local. A variedade étnica vem desde o início da história do município, que atraiu imigrantes alemães, polacos, italianos e ucranianos por causa da erva-mate, no início do século passado. De acordo com o historiador Fernando Tokarski (2002), um dos assuntos mais polêmicos diz respeito ao topônimo ‘Santa Cruz de Canoinhas’, tido como a primeira denominação do lugar. Na verdade, o primeiro nome do lugar era mesmo apenas ‘Canoinhas’, apropriado do rio que lhe empresta essa designação. O termo ‘Santa Cruz de Canoinhas’ só apareceu após 1896 quando, segundo a tradição, o fundador Francisco de Paula Pereira, na presença do padre jesuíta João Maria Cybeo, ergueu uma cruz no ponto mais alto e mais próximo ao povoado, originando, então, a capela do lugar.
Geografia
Solos e relevo
O relevo de Canoinhas é constituído de um planalto de superfícies planas, onduladas e montanhosas com denudação periférica. O solo apresenta média e boa fertilidade em relevos praticamente planos margeando rios ou locais de depressão. A textura é argilosa. Este solo apresenta viabilidade no manejo com restrições em determinadas áreas.Recursos hídricos
Quanto à hidrografia, o município é banhado pelas bacias dos rios Iguaçú e Negro. Desses, os principais afluentes são: o Paciência e o Canoinhas. O rio Tamanduá ocorre nos limites com Timbó Grande. Há, também, tributários menores como o do Alemão, Água Verde, dos Pardos, dos Poços, Fortuna, Preto, Timbozinho, da Areia, Santo Antônio e Arroio Grande.Vegetação
A vegetação predominante é a de araucária, embora grande parte dessa espécie tenha sido dizimada pelo extrativismo florestal. Segundo Reinhard Maack(1950) a região é classificada como Floresta Ombrófila Mista(Floresta com Araucária), com Floresta Ombrófila Mista Aluvial nas suas planícies, Floresta Ombrófila Mista Montana(500 - 1.000m s.n.m.) e Floresta Ombrófila Mista Altomontana(acima de 1000m s.n.m.). Nos sub-bosques predomina a erva-mate, historicamente responsável por uma das maiores riquezas econômicas do Município.
RIO NEGRINHO

Ponto de parada obrigatória na época áurea das ferrovias, Rio Negrinho tem na estrada-de-ferro e nos passeios de Maria-Fumaça uma de suas grandes atrações históricas e turísticas / cultural. Por sua diversificada colonização a cidade expressa sua tradição multicultural num variado gosto musical, vistos em seu festival de danças, no rodeio de abril e na festa do planalto (oberlandfest): além disso, a Fundação Municipal de Cultura mantém cursos de música, dança e artes plásticas para adultos e crianças, além de um arquivo histórico, biblioteca e casa do artersanato. Vale conferir a Represa de Volta Grande, que em seus 15 Quilômetros de Extensão preserva a mata nativa, com área de lazer e campings chalés mobiliados e cabanas para pernoite, barcos, canoas e muita prática de pesca amadora numa distância de 40 km do centro da cidade.
Ponto de parada obrigatória na época áurea das ferrovias, Rio Negrinho tem na estrada-de-ferro e nos passeios de Maria-Fumaça uma de suas grandes atrações históricas e turísticas / cultural. Por sua diversificada colonização a cidade expressa sua tradição multicultural num variado gosto musical, vistos em seu festival de danças, no rodeio de abril e na festa do planalto (oberlandfest): além disso, a Fundação Municipal de Cultura mantém cursos de música, dança e artes plásticas para adultos e crianças, além de um arquivo histórico, biblioteca e casa do artersanato. Vale conferir a Represa de Volta Grande, que em seus 15 Quilômetros de Extensão preserva a mata nativa, com área de lazer e campings chalés mobiliados e cabanas para pernoite, barcos, canoas e muita prática de pesca amadora numa distância de 40 km do centro da cidade.
Asterostigma sp.
Tropaeolum pentaphyllum - Crem
Xyris capensis - Botão-de-ouro
Duranta vestita - Baga-de-pomba
Eriocaulon sp. - Botão-do-banhado
Heliconia farinosa - Caeté-banana
Cissus verticillata - Uva-do-mato
Fuchsia regia - Brinco-de-princesa
Styrax leprosus - Canela-seiva
Eugenia involucrata - Cerejeira-do-mato
Vassobia breviflora - Fruta-de-sabiá
Bidens laevis - Amor-seco
São Bento do Sul - SC
História
Em 1851 as divisas das Províncias do Paraná e Santa Catarina ainda eram desconhecidas, o que causava muitas brigas e confusões. O Paraná considerava a divisa pelo Rio Negro, com sua nascente localizada no Quiriri, as mesmas divisas doadas à princesa Dona Francisca por seu irmão Dom Pedro II quando ela se casou com o príncipe de Joinville. Com a fundação da Colônia Dona Francisca criou-se a "Cia. Colonizadora de 1849" pelas mãos do então Senador Alemão, Sr. Schroeder, a qual contratou com o governo imperial a colonização das terras da Princesa por europeus.No período de 1853 a 1857, engenheiros fizeram diversas explorações para uma melhor e mais fácil subida da serra, encontrando a melhor maneira pelo Vale do Rio Seco. Em 1858 por solicitação da Cia. Colonizadora, o governo imperial aprova a construção da estrada, que ligaria Joinville - São Miguel - Tijucas do Sul - Curitiba.
Quando a construção da estrada chegou onde hoje é a cidade de Campo Alegre, aqui já existiam alguns moradores, localizados ao lado do Salto Branco. No dia 23 de Agosto de 1827 o governo imperial começou a medição dos lotes coloniais e construiu o primeiro rancho de Campo Alegre, na hoje localidade de São Miguel, distante apenas 5 km do centro da cidade. A cidade foi nomeada de Froeliches Feld, que traduzido significa "Campo Alegre", nome recebido devido ás belas paisagens naturais que existiam. Em 1888 o povoado de Campo Alegre tornou-se distrito de São Bento do Sul, e aos 18 de março de 1897 conquistou sua emancipação política e administrativa.
A Serra Dona Francisca acabou transformando a povoação na rota obrigatória entre Santa Catarina e Paraná. Além da localização privilegiada, Campo Alegre ainda contava com a fartura da erva-mate. O brilho das décadas de ouro começou a desaparecer com a abertura de novas rotas e a decadência do plantio e exportação da erva.
Geografia
O município de Campo Alegre está situado na região do Alto Vale do Rio Negro, no Norte Catarinense, a uma distância de 230km da capital catarinense, Florianópolis e 1475km da capital do Brasil, Brasília. Campo Alegre possui uma área de 496km², sendo 132km² na área Urbana e 364km² na área rural. Economicamente faz parte da Mesorregião do Norte Catarinense e Microrregião de São Bento do Sul. Faz divisa com os municípios de Garuva e Joinvile a leste, Jaraguá do Sul a sul, São Bento do Sul a oeste, sendo que a norte faz divisa com estado do Paraná, municípios de Piên, Agudos do Sul e Tijucas do Sul, respectivamente. Além da sede do município, Campo Alegre possui os seguintes distritos e localidades: Avenca, Avenquinha, Bateias de Cima, Bateias de Baixo, Campina do Farias, Fragosos, Saltinho, Salto, São Miguel, etc.Geologia
A maior parte do município de Campo Alegre está assentado sobre rochas da Bacia de Campo Alegre, bacia geológica com cerca de 500 km² de área e composta por rochas vulcânicas e sedimentares que foram depositadas aproximadamente a 600 milhões de anos atrás, durante a era geológica conhecida como Neoproterozóico. Remanescentes da caldeira vulcânica ainda existem na região, como, por exemplo, o Cerro. [6]Relevo
No contexto fisiográfico faz parte do Planalto Meridional Brasileiro, possuindo dois domínios fisiográficos principais, a Serra do Mar, localizada na região leste do município e o Planalto de Canoinhas no restante do mesmo. Sua altitude média é de 870m acima do nível do mar, com picos máximos da ordem de 1500m, localizados no limite leste do município, divisa com Garuva.Clima
Pela classificação climática de Köppen-Geiger o clima é classificado como clima temperado marítimo úmido Cfb, sem estação de seca e verões frescos a quentes. A temperatura média anual é de 19ºC, com máxima registrada de 34° e mínima registrada de -8°C.Predefinição:Grafico Clima
Hidrografia
O principal rio do município é o Rio Negro, afluente do Rio Iguaçu e pertencente à Bacia Hidrográfica do Rio Paraná. Este rio faz a divisa de Santa Catarina com o estado do Paraná e sua nascente situa-se no alto da Serra do Mar, nos limite entre Campo Alegre e Tijucas do Sul. Os principais afluentes do Rio Negro, no município de Campo Alegre, são os rios Turvo, Lageadinho, São Miguel, Bateias e Bonito.Turismo
Campo Alegre é uma cidade acolhedora, com clima ideal de serra, próximo a Joinville e São Bento do Sul, no caminho da Estrada da Serra uma das mais bonitas serras de Santa Catarina.As densas matas, as verdes montanhas, a exuberância das araucárias, o som das cascatas, a beleza das hortênsias junto às ovelhas e ao clima saudável da serra maravilham a cada dia mais aos visitantes e cidadãos.
Atrações turísticas
- Antiga Estrada Dona Francisca: Trecho com traçado original da Estrada Dona Francisca. Localização: Rodovia SC 301, entrada no Parque Dona Francisca.
- Campos do Quiriri: Situado alto da Serra do Mar, em altitudes que variam de 1.300 a 1.600m. Mirante de onde é possível avistar o Oceano Atlântico e as cidades litorâneas do norte catarinense: Garuva, Joinville, São Francisco do Sul além da Baía da Babitonga. Localização: Na divisa entre Campo Alegre, Garuva e Joinville, em área privada. O acesso depende de autorização.
- Cascata Paraíso: Com mais de 60m de altura é a cachoeira símbolo do município. Está situada em um parque municipal no final da Rua da Cascata, próximo à sede da Prefeitura Municipal. No alto da cachoeira existe um mirante natural.
- Museu Sto Lat (Museu do Centenário, em língua polonesa): Museu situado na comunidade de Bateias de Baixo, a cerca de 15 km do centro de Campo Alegre. Foi fundado em 19 de novembro de 2005 pela iniciativa da professora Eulália Dietzsch e do historiador amador Márcio Augustin. Seu nome é uma homenagem ao centenário da colonização polonesa no Brasil, comemorada em novembro de 1994. Seu acervo, de cerca de 500 peças, é composto por artefatos indígenas e principalmente por material ligado à história dos imigrantes poloneses. Telefone: (47) 3632-7053.
- Salto Branco: Localizado a 5 km do centro, em propriedade particular. Entrada somente com autorização do proprietário.
- Salto do Engenho: Bela cachoeira situada no Rio Turvo, com bom volume de água, na localidade do Salto, à 15 km do centro, na beira da estrada que liga o centro ao Salto.
- Salto do Imigrante: Situada na Fazenda Monte Olimpo, depende de autorização para acesso. Cachoeira grande, com bom volume de água e boa para prática de rafting.
Cidadãos se dividem sobre o Tema de Turismo (2007)
O tema sobre turismo e sobre os caminhos que o município deve tomar nos próximos anos, é um tema atual e um divisor de águas em Campo Alegre, município de Santa Catarina. Muitos pregam que o turismo é a principal, senão a única alternativa viável economicamente. Em defesa desse ponto de vista; diz sobre o turismo, ser ecologicamente correto e que de certo modo, conservaria a cidade tanto do ponto de vista cultural quanto ambiental. Será mesmo? Também não são poucos, contudo, sem tanta voz para se expressar, que refutam essas opiniões.Turismo, não é essencialmente, um tipo de economia limpa e a prova de poluição como se diz, basta visitarmos locais de visitação turística; seja na parte do mundo que for, após as estações de férias se encerrarem. Papéis, lixo de toda ordem, depredações em patrimônios históricos e naturais, influências na vida e na cultura local. Se isso não é invasivo, já não saberia dizer o que é.
Um exemplo simples para que o leitor possa constatar o que digo: recentemente (2007), retiraram-se muitas árvores já frondosas, com mais de 20 anos de plantio, que eram um cartão postal para a cidade e decidiu-se, arbitrariamente, por outras do tipo “plátano”, espécie estranha a nossa cultura, mas que acredito terem sido escolhidas para dar “ares europeus” a uma cidade que não foi apenas colonizada por alemães e poloneses, havia caboclos, índios, brasileiros, e até mesmo negros. Por que privilegiar um grupo e outro não? Adianta criarmos um “não-lugar”, (como alguns especialistas em turismo denominam um local que cria artificialmente uma cultura que não lhe pertence), e que de certo modo nos negam a identidade que detemos como povo? As espécies que lá estavam e que foram retiradas não eram nativas, mas já que se optou por reformar esse espaço, (decisão que para mim é incompreensível até o momento), por que não se optaram por espécies nativas, como o ipê amarelo, a bracatinga, cambará entre outras? Ao menos seria autêntico, haveria uma identidade refletida e até mesmo um diferencial para se mostrar para possíveis turistas. o turismo não é algo a ser descartado, mas, que deve ser muito bem estudado, planejado e finalmente muito bem estruturado, para que essas intromissões não se tornem catastróficas e que no final, ao se pesar os prós e contras, apenas uma minoria seja beneficiada em detrimento de toda a população local em geral.
Economia
As principais atividades econômicas do município de Campo Alegre são agricultura, extrativismo mineral e vegetal, indústria moveleira, pecuária e reflorestamento.Na região de Campo Alegre há ocorrência de cerca de 23 jazidas de argila, principalmente compostas por caulim, e que abastecem a indústria de cerâmica do Paraná e de Santa Catarina, chegando a ser extraídas cerca de 15.000 toneladas/mês. Destas, a principal é a mina Bateias, localizada entre as localidades de Bateias de Baixo e Salto. Estas acumulações são o resultado do intemperismo sobre rochas vulcânicas da Bacia sedimentar de Campo Alegre [7].
Entre as indústrias destacam-se as serrarias, em número de 30, além da industria moveleira. Há na cidade mais de 4.000 hectares reflorestados com Pinus elliottii.
Localizada no planalto Norte de Santa Catarina, limita-se diretamente com os municípios de Rio Negrinho a oeste, Jaraguá do Sul a sudeste, Corupá a sul e sudeste, Campo Alegre a nordeste e o estado do Paraná a noroeste.
A altitude em relação ao nível do mar é de 838,39 metros no centro da cidade, de acordo com a RN (referência de nível) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE – localizado na Praça Getulio Vargas.
A altitude máxima nos limites do município é de 1110 metros, localizada a 049º15’W e 26º17’S, próximo às nascentes dos rios Natal, da Vargem e do denominado Ribeirão da Pedra Alta, na localidade de Rio Vermelho (Bechelbronn), de acordo com o levantamento planaltimétrico da Força Aérea Americana, de 1966, constante no mapa 2869/3 do IBGE.
A menor altitude registrada no mesmo mapa é de 100 metros no nível e às margens do rio Humboldt, na localidade de Bompland, divisa entre São Bento do Sul e Corupá, coordenadas 049º15’W e 26º23’S.
A Mata Atlântica ou tropical de encosta, denominada Floresta Ombrófila Densa, é uma mata higrófila (que gosta de água) latifoliada (plantas de diversas espécies) que possui muitas espécies de árvores como cedro, embaúba, peroba, etc. além de palmitos e outros vegetais como xaxins, cipós, bromélias, musgos, etc. É dominante originalmente nos vales dos rios Natal, Humboldt e Floresta, enquanto no planalto se confunde com a mata de Araucárias formando o que se denomina Floresta Ombrófila Mista – de Araucária e latifoliada, com ocorrência de alguns campos submontanos, caracteriza-se claramente uma zona de transição. Esses campos foram predominantes até tempos muito recentes, coisa de poucas centenas de anos, entre São Bento e Mafra. Essa formação vegetativa comprendia uma área que os geólogos denominam Formação Mafra e Formação Serra Alta do Grupo Geológico Itararé. Com a interferência humana advinda da colonização européia, esses campos perderam muito de suas características ao serem substituídos pela agricultura, pecuária e mais recentemente por reflorestamentos.
A grande exuberância geológica e paisagística da Serra do Mar na região de São Bento do Sul é consequência deste falhamento. Os períodos quaternários recentes correspondem à formação dos sedimentos de várzeas (ex. Rio Banhados) e das planícies de inundação dos rios formando as bacias hidrográficas. Os depósitos de sedimentos fluviolacustres da bacia oriental secundária sul rios que correm diretamente para o Atlântico pela Serra do Mar (ex. rios Humboldt, Natal etc) também são considerados quaternários.
O número de alojados no rancho da Companhia aqui no Brasil aumentava sem que houvesse terras para eles. Em 1873, um pequeno grupo de homens subiu a Serra Geral a pé em direção ao planalto, com mantimentos e ferramentas no lombo de mulas. Após dois dias de caminhada, chegaram às margens do Riacho São Bento. Ali construíram o primeiro rancho e de lá partiram para abrir os primeiros caminhos na mata, sempre ao longo do riacho São Bento.
Os primeiros habitantes Áustria, Bavária, Prússia, Polônia, Saxônia, Tchecoslováquia e mesmo o Brasil eram os países de origem dos primeiros habitantes. Enfrentaram uma realidade dura: mata virgem, floresta densa, povoada por inúmeros animais e pássaros. Foi preciso muita coragem e vontade de trabalhar para construir aqui uma réplica, ao menos parecida com a pátria que deixaram.
Trouxeram sua história, usos, lembranças, língua e saudade. Cultivavam os campos e a cultura expressada na música, literatura, no teatro. Um misto de lembrança e determinação de vencer compensava as imensas dificuldades.
A madeira, o futuro São Bento do Sul descobriu na transformação da madeira sua vocação. No início a madeira da floresta moldou ranchos, cercas e vendas. Antes das indústrias vieram as serrarias, carpintarias, barricarias, tamancarias e marcenarias. As rodas d'água e tração animal moviam serras furadeiras e tupias.
Da imbuía, do pinheiro e da canela eram produzidos móveis, cabos de ferramentas, equipamentos para agricultura e carroças. Da iniciativa do pequeno agricultor em montar sua fábrica artesanal, São Bento do Sul começou a delinear seu futuro. Hoje, com 134 anos de fundação, o município é a Capital Nacional dos Móveis e se destaca nos setores cerâmico, plástico, metalúrgico, fiação e tecelagem.
A história de São Bento do Sul está ligada a Colônia Dona Francisca, empreendimento privado de colonização promovido pela Sociedade Colonizadora de 1849, em Hamburgo (Kolonisations Verein von 1849, in Hamburg), organizada na cidade portuária homônima, na Alemanha. Da colônia Dona Francisca evoluiram algumas extensões, a primeira dessas localizada nas margens do rio São Bento, que evoluiu mais tarde para o município de São Bento do Sul.
Os imigrantes que povoaram São Bento do Sul eram oriundos de localidades na Alemanha e Áustria. Os imigrantes alemães eram originários de localidades no Sul da Alemanha, com destaque para o grupo originário da Baviera. Os austríacos eram súditos do Império Austro-húngaro eram basicamente boêmios de língua alemã, oriundos da Boêmia (Böhmerwald - atual Repúplica Tcheca.
Uma das figuras mais importantes na história da cidade é Carl August Wunderwald, pioneiro agrimensor da Sociedade Colonizadora que explorou a região e concebeu a Estrada da Serra, hoje Estrada Dona Francisca.
A altitude em relação ao nível do mar é de 838,39 metros no centro da cidade, de acordo com a RN (referência de nível) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE – localizado na Praça Getulio Vargas.
A altitude máxima nos limites do município é de 1110 metros, localizada a 049º15’W e 26º17’S, próximo às nascentes dos rios Natal, da Vargem e do denominado Ribeirão da Pedra Alta, na localidade de Rio Vermelho (Bechelbronn), de acordo com o levantamento planaltimétrico da Força Aérea Americana, de 1966, constante no mapa 2869/3 do IBGE.
A menor altitude registrada no mesmo mapa é de 100 metros no nível e às margens do rio Humboldt, na localidade de Bompland, divisa entre São Bento do Sul e Corupá, coordenadas 049º15’W e 26º23’S.
Clima
O clima é ameno e distribuição de chuvas irregular durante o ano, com registros pluviométricos médios de 1200 / 1600mm de precipitação anual, o déficit hídrico é nulo. Apesar da isoterma ser relativamente baixa (16,3 °C como média anual), as temperaturas absolutas apresentam grandes contrastes pois chegam a ultrapassar 35°C positivos no verão no chamado Vale do Rio Natal, descendo a 5°C negativos nos campos altos do planalto no inverno, predominando, no entanto, valores médios entre 17 e 23°C durante o dia, na maior parte do ano.Geomorfologia
A característica geográfica é de terreno extremamente acidentado, o que dificulta sobremaneira a prática da agricultura extensiva a grandes áreas, o que acabou por direcionar a economia do município ao modelo de atividade industrial, mas por outro lado com grande potencial para as práticas de lazer ecológico.Meio ambiente
A cidade localiza-se em uma região de transição entre o complexo da Mata Atlântica, nas encostas da Serra do Mar e os campos de floresta sub-tropical de araucárias, tornando sua flora e fauna muito rica em número e variedade de espécies.A Mata Atlântica ou tropical de encosta, denominada Floresta Ombrófila Densa, é uma mata higrófila (que gosta de água) latifoliada (plantas de diversas espécies) que possui muitas espécies de árvores como cedro, embaúba, peroba, etc. além de palmitos e outros vegetais como xaxins, cipós, bromélias, musgos, etc. É dominante originalmente nos vales dos rios Natal, Humboldt e Floresta, enquanto no planalto se confunde com a mata de Araucárias formando o que se denomina Floresta Ombrófila Mista – de Araucária e latifoliada, com ocorrência de alguns campos submontanos, caracteriza-se claramente uma zona de transição. Esses campos foram predominantes até tempos muito recentes, coisa de poucas centenas de anos, entre São Bento e Mafra. Essa formação vegetativa comprendia uma área que os geólogos denominam Formação Mafra e Formação Serra Alta do Grupo Geológico Itararé. Com a interferência humana advinda da colonização européia, esses campos perderam muito de suas características ao serem substituídos pela agricultura, pecuária e mais recentemente por reflorestamentos.
Geologia
A formação geológica da região do planalto de São Bento do Sul vai de pré-cambriana (de idade incerta correspondente até 3/4 dos tempos geológicos em que se formaram as rochas e o chamado complexo cristalino brasileiro) até zonas de formação na era cenozóica de existência bem mais recente (a partir de formações do período carbonífero até o terciário e quaternário que ocorreu “apenas” entre 60 e 70 milhões de anos atrás). Esta era geológica corresponde aos tempos da origem da Serra do Mar, submersão da faixa litorânea e no falhamento da borda oriental do continente sul-americano; compreende a região de Rio Natal, Bechelbronn, Bonpland, Floresta e Ano Bom.A grande exuberância geológica e paisagística da Serra do Mar na região de São Bento do Sul é consequência deste falhamento. Os períodos quaternários recentes correspondem à formação dos sedimentos de várzeas (ex. Rio Banhados) e das planícies de inundação dos rios formando as bacias hidrográficas. Os depósitos de sedimentos fluviolacustres da bacia oriental secundária sul rios que correm diretamente para o Atlântico pela Serra do Mar (ex. rios Humboldt, Natal etc) também são considerados quaternários.
História
A Colonização No século passado, a Cia. Colonizadora com sede em Hamburgo, mesmo não mais possuindo terras na região da, então, Colônia Dona Francisca (hoje Joinville), continuava a embarcar colonos para a região.O número de alojados no rancho da Companhia aqui no Brasil aumentava sem que houvesse terras para eles. Em 1873, um pequeno grupo de homens subiu a Serra Geral a pé em direção ao planalto, com mantimentos e ferramentas no lombo de mulas. Após dois dias de caminhada, chegaram às margens do Riacho São Bento. Ali construíram o primeiro rancho e de lá partiram para abrir os primeiros caminhos na mata, sempre ao longo do riacho São Bento.
Os primeiros habitantes Áustria, Bavária, Prússia, Polônia, Saxônia, Tchecoslováquia e mesmo o Brasil eram os países de origem dos primeiros habitantes. Enfrentaram uma realidade dura: mata virgem, floresta densa, povoada por inúmeros animais e pássaros. Foi preciso muita coragem e vontade de trabalhar para construir aqui uma réplica, ao menos parecida com a pátria que deixaram.
Trouxeram sua história, usos, lembranças, língua e saudade. Cultivavam os campos e a cultura expressada na música, literatura, no teatro. Um misto de lembrança e determinação de vencer compensava as imensas dificuldades.
A madeira, o futuro São Bento do Sul descobriu na transformação da madeira sua vocação. No início a madeira da floresta moldou ranchos, cercas e vendas. Antes das indústrias vieram as serrarias, carpintarias, barricarias, tamancarias e marcenarias. As rodas d'água e tração animal moviam serras furadeiras e tupias.
Da imbuía, do pinheiro e da canela eram produzidos móveis, cabos de ferramentas, equipamentos para agricultura e carroças. Da iniciativa do pequeno agricultor em montar sua fábrica artesanal, São Bento do Sul começou a delinear seu futuro. Hoje, com 134 anos de fundação, o município é a Capital Nacional dos Móveis e se destaca nos setores cerâmico, plástico, metalúrgico, fiação e tecelagem.
A história de São Bento do Sul está ligada a Colônia Dona Francisca, empreendimento privado de colonização promovido pela Sociedade Colonizadora de 1849, em Hamburgo (Kolonisations Verein von 1849, in Hamburg), organizada na cidade portuária homônima, na Alemanha. Da colônia Dona Francisca evoluiram algumas extensões, a primeira dessas localizada nas margens do rio São Bento, que evoluiu mais tarde para o município de São Bento do Sul.
Os imigrantes que povoaram São Bento do Sul eram oriundos de localidades na Alemanha e Áustria. Os imigrantes alemães eram originários de localidades no Sul da Alemanha, com destaque para o grupo originário da Baviera. Os austríacos eram súditos do Império Austro-húngaro eram basicamente boêmios de língua alemã, oriundos da Boêmia (Böhmerwald - atual Repúplica Tcheca.
Uma das figuras mais importantes na história da cidade é Carl August Wunderwald, pioneiro agrimensor da Sociedade Colonizadora que explorou a região e concebeu a Estrada da Serra, hoje Estrada Dona Francisca.
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
A economia de São Bento do Sul é essencialmente industrial e no
passado recente o destaque era o ramo moveleiro, que respondia pela
maior fatia de exportações do setor no Brasil. Desde 2005 com a queda na
cotação do dólar e o aumento da concorrência internacional, sobretudo
dos países asiáticos, o setor moveleiro vem perdendo espaço na
participação da produção industrial da cidade. Fato este acentuado após à
crise no mercado internacional iniciada em 2008, aliada ao alto
crescimento dos outros setores industriais predominantes na economia
local, com destaque para os setores metal-mecânico, plástico, cerâmico e
têxtil. Atualmente a economia da cidade recuperou-se graças ao processo
de diversificação industrial ocorrido nos últimos anos e à evolução das
indústrias já instaladas na cidade, o processo de diversificação
continua com a instalação de novas indústrias na cidade de reciclagem de
papelão e confecções. As exportações do município em 2010 foram de
aproximadamente US$140 milhões, cujo destino principal é o mercado
europeu que responde por mais de 50% das exportações. Os móveis e
produtos relacionados são o principal produto de exportação da cidade,
correspondendo no último ano a mais de 80% das exportações
são-bentenses, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior. Empresas nacionalmente conhecidas
encontram-se instaladas em São Bento do Sul, dentre as quais destacam-se
o grupo metalúrgico Tuper, a cerâmica Oxford, a moveleira Rudnick e a
tecelagem Buddemeyer sendo todas de origem no próprio município.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
minha cidade e chamada de cidade dos movei folclore e da musica mas nao posso deixar de dizer que e aqui que esta uma das maiores fabricas de de louça se nao for a maior adoro sao bento do sul .a oxford porcelanas e tanbem oxforde cristal.sem falar que santa catarina tem muitasbelezas naturais como as cachoeiras em corupa as praias q dispensam aprsentacao .Opasseio de maria fumassa em Rio negrinho.
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